A cultura do queijo foi expandida para as Américas com a chegada das primeiras caravelas, que colidiram com a costa cubana, esmigalhando porcos que se alimentavam nas encostas. Isso gerou não apenas o misterioso alimento laticínio, como também a forma primitiva daquilo que hoje chamamos de toicinho.

A alta cúpula católica, porém, discordava da opinião papal. Queijo de lhama? De porcos?Inaceitável. Eles preferiam beber o leite farto das tetas de Caio Graco.

Após a grande cisma causada por Adriano SeteBolas, a Igreja dividiu-se em diversos ramos do protestantismo. Alguns deles assumiam a possibilidade do consumo de queijo ocidental, enquanto outras tomavam a ação como um pecado capital.

Após a chegada do queijo no Ocidente, os nativos consideraram a nova especiaria uma espécie de divindade, portanto a Igreja Católica declarou os aborígenes como seres de fé.

A América anglo-saxã teve em seus alicerces o banimento completo do consumo do queijo pelos pais fundadores, criam eles que a GOIABADA - alimento 100% industrializado - era a representação palpável de seus ideais econômicos. Sua determinação tamanha causou descontentamento em criadores de bodes do Sul da nação, dando inicio à guerra de secessão.

Com o desenrolar da guerra, inúmeras vidas foram perdidas, um cenário lamentável causado por ideais de consumo dos poderosos. Eventualmente a população do Norte, desgastada pelo conflito, era incapaz de consumir a quantia necessária de goiabada para o sustento das fábricas, enquanto o sul decadente era incapaz de manejar a administração das ovelhas e a atuação bélica.

As partes necessitavam entrar em acordo. Em um encontro entre o Presidente da União, JORGE TUBOCAPILAR, e TÚLIO LARAPIO líder dos confederados, junto de seus respectivos assessores, foi criado o alimento que levaria a américa do norte ao domínio global:

No Sul da América, a vertente progressista tomou a dianteira. Capitanias hereditárias dedicavam-se ao choque entre diversos animais, afim de produzir queijos pitorescos para a metrópole,  tornando-a mais rica e bem nutrida. Em meio a este cenário, uma capitania se destaca:

Permeada por pepitas de ouro, rios lamacentos, e um homem de coragem: Tiradentes.

O bom moço Tiradentes era um homem de nobre coração. Retirava pedaços de alimentos encravados nos dentes de mineiros com sua lamina WABISUKE, que havia adquirido em uma convenção local de gravuras nipônicas patrocinadas pelo Xogunato.

Contudo, indignado com a exploração da nobre matéria prima, um grupo de jovens obstinados, liderado pelo herói Tiradentes, retalhava carregamentos do bem lácteo e redistribuía o alimento para a população necessitada.

O clamor popular elevou os soldados da Inconfidência Mineira ao status de heróis. Em pouco tempo, já havia uma legião de homens portando afiadas katanas, dispostos a enfrentar quaisquer empecilhos contra o seu produto alimentício predileto, e à sua distribuição igualitária.

Não tardou para que José Gorgonzola, o batutinha, então rei de Portugal, notar a diminuição de seus estoques, e ordenar uma punição severa para os revoltosos. Esses, que passaram meses escondidos em sua base,  esperavam pelo pior, sabendo estarem cercados pelas tropas do abominável monarca.

Em um ultimo ato de ousadia, os soldados da inconfidência queimaram todo o estoque de queijo antes de atacar com suas ultimas forças, em uma investida suicida. A cabana em chamas gerou o que conheceríamos por requeijão, enquanto o ato de coragem inspirou o nome que ecoaria no coração de TODO mineiro: